quarta-feira, 15 de julho de 2009

Maiorca/Orphée et Eurydice


Primeiro foi Paulo Ribeiro, com os seus prelúdios de Chopin: a geometria controlada da alma. Depois, Marie Chouinard, do Canadá: uma explosão de luzes, movimentos e sons, revisitando o mito de Orfeu e Eurídice (alguns momentos aqui). Disputas de preferências aparte, e porque nisto da expressão corporal as palavras nem sempre são benvindas, todos ganhamos com estas visitas dançantes. Esperemos que regressem em breve.