
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Uma coisa do género...

PS: já está!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
"O pintor de batalhas", de Artur Péres-Reverte

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
"The magic" - Joan as Police Woman
A magia de um(a) artista surpreendente, com quem partilhei um excelente concerto há tempos na Casa da Música. Regressa ao Porto, dia 15 de Março, no Hard Club. Era só para avisar...
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Papá não entra

sábado, 5 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
"Um lugar à beira-mar", de Takeshi Kitano

A vida como ela é
Ouves o som intermitente que te desperta. À terceira vez, meia hora depois, decides-te a erguer o corpo, como uma mola. Abres a persiana e espreitas o que o dia te vai trazer: trabalho, pessoas que despejam na secretária histórias que trazem às costas, almoços mal digeridos, equipar e desequipar para montar e desmontar a mota, telefonemas e mensagens, fatias de livros lidos na maca, durante a electro-estimulação. Vais adiar encontros e pensar em alguém que não vês há muito tempo, vais adiar o mestrado. Talvez meia hora de voluntariado, talvez meia hora de Internet, beijos, o amor e às vezes um cigarrito, não necessariamente por esta ordem. Aguardas o fim do dia. Quando o dia acaba aguardas o fim da semana. Depois aguardas o fim do mês, as férias, o fim das férias, o Natal e o fim da década. Nunca, mas nunca, aguardas o fim do mundo, porque é nele que vives a ilusão e a desilusão, mas às vezes pensas que é um mundo delicado e não percebes como ele se aguenta suspenso no espaço. E desligas o despertador uma última vez, porque já não sabes em que gaveta arrumaste a coragem.
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