
Integrado no
TRAMA (Festival de Artes Performativas), o concerto/performance de
Justin Bond, em boa hora regressado ao Porto, permitiu assistir a duas horas (mais uma do que o previsto inicialmente), de pura e espontânea performance vocal, teatral e política, abarcando temas como o amor, a falta dele, o suicídio dos adolescentes gays, o casamento e
a economia ao estilo de um verdadeiro contador de histórias.